Meritocracia, admirada, mas pouco aplicada

Primeiramente temos que definir meritocracia, para Vicent Dupriez, meritocracia refere-se “Ao princípio que estabelece que uma sociedade justa é aquela que dá a todos o lugar que merecem, de acordo com seus esforços e talentos, em vez de um lugar arbitrariamente herdado.”

Diante dessa breve introdução, vamos fazer um paralelo entre sociedade e locais de trabalho, empresas.

É comum ouvirmos, ou até mesmo concordarmos que o colaborador deve ser recompensado baseado em seu rendimento, em seus méritos e não em tempo de casa, afinidade com gestor, e outros métodos “pouco justos” por assim dizer.

Pois bem, caso você seja fã de meritocracia corporativa, e concorde que ela seja a melhor forma de recompensar seus colaboradores, precisamos falar sobre méritos meritocráticos.

Alguns aspectos quais precisam estar bem claros para que a meritocracia funcione dentro das empresas:

  • Produtividade Individual;
  • Relevância por tarefa executada;
  • Análise comportamental;
  • Análise técnica.

As duas últimas (análise comportamental e análise técnica) podem ser levantadas através da aplicação de feedbacks e avaliações orais ou escritas ao grupo de colaboradores, existindo inúmeros exemplos na internet.

Agora as duas primeiras (produtividade individual e relevância por tarefa executada) precisam ser baseadas em números fidedignos, ou seja, números “palpáveis” e de fácil apresentação ao colaborador caso o mesmo questione. Pra isso você precisa primeiramente um software que estabeleça prioridade ou peso em cada rotina da sua empresa e posteriormente garantir que cada colaborador registre a quantidade de atividades executadas no decorrer do dia, semana ou ano.